terça-feira, 11 de novembro de 2008

NO DIA EM QUE EU DEIXAR DE SER EU!!!

Quando pararei de amar com intensidade?
Ah se eu pudesse agora mesmo!
Amanhã tenho certeza de que será a primeira de muitas vezes em que meu coração vai bater forte. Subir no palco é uma experiência complicada... Já disse que é como andar de para quedas. O corpo desprende da alma, o coração bate no joelho, o estômago sobe pro cotovelo.
Por muito tempo eu acreditei que a plenitude da vida era a realização pessoal, um coração batendo corretamente, um bolso cheio de dinheiro e um gosto de Sparkles na boca. A plenitude é outra coisa, é público, é platéia, é doce de banana quentinho saindo da panela... É cabeça na coxa, mão no antebraço, cheiro de creme de pentear (por sinal o mesmo há quase 5 anos)... É devaneio...

"No dia em que eu deixar de ser eu
No dia em que eu perder a consciência do mundo que idealizei
Nesse dia, sorrirei sem saber do que sorrio"

Solano Trindade

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